
domingo, novembro 14, 2010
meu mestrado nas escolas de Dança e Teatro

quarta-feira, agosto 25, 2010
chá e poesia
Cleise Mendes e Roberval Pereyr terão suas poesias lidas e comentadas, amanhã, dia 26, às 17 horas, no projeto Encontros Literários da Academia de Letras da Bahia. Estive presente em algumas edições do evento e é maravilhoso que exista um momento em que as pessoas possam se reunir em volta da palavra, como se ela fosse uma fogueira. Já participei como contista e como platéia. Amanhã estarei, juntamente com Nildecy Miranda, comentando os belos textos destes dois poetas (Cleise especialmente querida: professora de dramas, colega de ofício e minha orientadora no mestrado). segunda-feira, agosto 16, 2010
the imaginarium of doctor parnassus

domingo, agosto 15, 2010
o que não se come
sexta-feira, julho 02, 2010
último round

O país inteiro se comove com a bola e não dá pra ficar de fora, mesmo que se queira. Faltou luz na minha casa nos últimos instantes do jogo e foi muito bom. Não pela ausência do luto, mas para não ouvir falarem mal dos meninos do bem. Moços bons e franscicanos não ganham nas copas. Moços bons e fransciscanos ganham nas suas íntimas histórias. E isso vale o jogo da vida. Bom um tempo em que os jogadores podem ser escolhidos por uma ética qualquer distante dos grandes nomes nas famosas embalagens. Dunga não é um anão da Branca de Neve. É um gigante da Canarinho. E como eu disse recentemente a um amigo: este país não precisa ganhar outra Copa do Mundo, precisa ganhar um Nobel.
Na foto, Cortazar, que saiu de cena, no último round, sem Nobel. E ainda assim é o maior de todos.
quarta-feira, junho 30, 2010
Ai, junho...como gosto de ti!
E não há imagem para isso tudo.
terça-feira, junho 08, 2010
acontecimentos juninos

domingo, abril 25, 2010
primeira audição

quinta-feira, abril 22, 2010
butoh-ma

sábado, abril 10, 2010
quero ser um grupo de teatro

terça-feira, março 23, 2010
guimarães rosa: escritor e vaqueiro
sábado, março 13, 2010
dengue

O mosquito, apreensivo e com medo, pensou que a moça também padecesse do seu mesmo mal: uma distância qualquer de tudo que importa. Apressadamente, quis remover a causa da dor, encostando-se levemente em seu peito, num beijo tortuoso.
A moça agora anda prostrada e tudo é lento: movimento, alento, pensamento.
Só uma pergunta permanece veloz no seu delírio: por onde andará o mosquito?
segunda-feira, março 08, 2010
hamsa

quarta-feira, fevereiro 10, 2010
a visão da flor

EINSTEIN: A dificuldade é que a música realmente boa, quer seja do Leste ou do Oeste, não pode ser analisada.
TAGORE: Sim, e o que afeta profundamente o ouvinte está além da própria música.
EINSTEIN: A mesma incerteza sempre estará lá, é fundamental em nossa experiência, na nossa reação à arte, seja na Europa ou na Ásia. Mesmo a flor vermelha que vejo diante de mim pode não ser a mesma para você e para mim.
TAGORE: E ainda há sempre em curso o processo de reconciliação entre eles, o gosto pessoal em conformidade com o padrão universal.
terça-feira, fevereiro 02, 2010
carlinha no quintal da nossa casinha

sábado, janeiro 16, 2010
francisco, um sol
“Nessa encosta, onde é já bem declinanteo seu pendor, um outro Sol Nasceu,
como este quando do Ganges levante.
Portanto, quem citar o berço seu,
não diga Assis, que seria carente,
mas diga Oriente, que bem escolheu”
Escrevi "Francisco, um sol" para Maicon, este jovem diretor de teatro tão sensível e tão preenchido de entusiasmo pelas idéias grotowskianas. Diz a etimologia que estar entusiasmado é estar cheio de deus.
Alguns anos atrás, Gilberto Gil esteve no Liceu e Maicon, ainda garoto, recebeu o então ministro com algumas palavrinhas inspiradas. O músico retribuiu a gentileza dizendo que ele possuia uma "consciência bailarina". Ora, consciência que dança é coisa de Shiva. Então que Surya, o sol do oriente, ilumine este Francisco!
No Teatro Martim Gonçalves (dom a ter), às 20h.
Ingresso franciscanamente gratuito.
domingo, janeiro 10, 2010
teatro castro alves
Hoje, dia 10, exatamente quatro anos depois do Décimo Encontro dos Profetas populares em Quixadá, comemoramos 2010 com Jeremias no TCA. Naquele encontro conheci quase todos os profetas da chuva que me ajudaram a escrever este textinho. Ali não havia uma profetisa como Dica, a Conselheiro de saias de Goiás. Assim, inventei uma mulher que fazia profecias em forma de trova e dei-lhe o nome de Paruara, que é o nome de um poeta de lá, do sertão do Ceará. Agora, há uma sacerdotisa de Apolo e Dioniso comigo, ao som da sanfona, no palco deste teatro que leva o sobrenome dela e do poeta Cecéu, o menino que escrevia sobre os negros e o condor,