Sexta-feira, Agosto 26, 2011
Terça-feira, Abril 19, 2011
a flor do butoh
Terça-feira, Março 29, 2011
one-nine-four-seven
Domingo, Março 27, 2011
o mantra do meu segundo capítulo
Quinta-feira, Março 24, 2011
avós avôs
Prefiro Bachelard a Durant ou Maffesoli.
Prefiro Staiger a Szondi ou Lehmann.
Prefiro aqueles que ocupam o lugar dos avôs dentro das filiações.
Gosto das pessoas mais velhas, gosto dos professores, dos mestres, dos ancestrais, de gente que viveu mais do que eu e, por causa disso, provavelmente sabe mais que eu.
Eu nada sei.
Este ano, publicarei o meu primeiro romance. Ele ganhou a bolsa Funarte e o prêmio de publicação da Fundação Pedro Calmon. O seu título: “O homem que sabia a hora de morrer”. Trata do encontro de uma neta com seu avô e a morte que paira sobre eles. E será dedicado aos meus quatro avós: Altino, Aurelina, Erotildes e Laurentino. Que uma pequena porção da sabedoria deles esteja impressa nas minhas pobres palavras.
Domingo, Março 13, 2011
Sábado, Março 12, 2011
Quinta-feira, Fevereiro 03, 2011
vestida de verde
Domingo, Novembro 14, 2010
meu mestrado nas escolas de Dança e Teatro
Quarta-feira, Agosto 25, 2010
chá e poesia
Cleise Mendes e Roberval Pereyr terão suas poesias lidas e comentadas, amanhã, dia 26, às 17 horas, no projeto Encontros Literários da Academia de Letras da Bahia. Estive presente em algumas edições do evento e é maravilhoso que exista um momento em que as pessoas possam se reunir em volta da palavra, como se ela fosse uma fogueira. Já participei como contista e como platéia. Amanhã estarei, juntamente com Nildecy Miranda, comentando os belos textos destes dois poetas (Cleise especialmente querida: professora de dramas, colega de ofício e minha orientadora no mestrado). Segunda-feira, Agosto 16, 2010
the imaginarium of doctor parnassus
Domingo, Agosto 15, 2010
o que não se come
Sexta-feira, Julho 02, 2010
último round
O país inteiro se comove com a bola e não dá pra ficar de fora, mesmo que se queira. Faltou luz na minha casa nos últimos instantes do jogo e foi muito bom. Não pela ausência do luto, mas para não ouvir falarem mal dos meninos do bem. Moços bons e franscicanos não ganham nas copas. Moços bons e fransciscanos ganham nas suas íntimas histórias. E isso vale o jogo da vida. Bom um tempo em que os jogadores podem ser escolhidos por uma ética qualquer distante dos grandes nomes nas famosas embalagens. Dunga não é um anão da Branca de Neve. É um gigante da Canarinho. E como eu disse recentemente a um amigo: este país não precisa ganhar outra Copa do Mundo, precisa ganhar um Nobel.
Na foto, Cortazar, que saiu de cena, no último round, sem Nobel. E ainda assim é o maior de todos.
Quarta-feira, Junho 30, 2010
Junho vai se esquivando. Na falta da guerra de espadas da minha cidade, uma procissão de guarda-chuva para São Pedro na Avenita Sete. Quando Jesus passar, eu estarei no meu lugar. Pessoas sorridentes tocando com dedos o filó azul, que era o mar delas. Ao invés da guerra de espadas, a paz de copas. Eu acompanhei a procissão, com meu guarda chuva azul e o meu vestido de cassa bordada, quadriculado verde, amarelo e branco, que o querido David diz que parece uma toalha de mesa. E o vestido fica mesmo lindo com minha bolsa nova de palha, lá do Santo Antônio, toda colorida horizontalmente, toda arcô. Irisante. Sandália de Seu Expedito e eu sou uma quadrilha, uma árvore de natal, a Rainha do Milho, uma alegria na passarela.
Ai, junho...como gosto de ti!
E não há imagem para isso tudo.
Terça-feira, Junho 08, 2010
acontecimentos juninos
Domingo, Abril 25, 2010
primeira audição
Quinta-feira, Abril 22, 2010
butoh-ma
Sábado, Abril 10, 2010
quero ser um grupo de teatro
Terça-feira, Março 23, 2010
guimarães rosa: escritor e vaqueiro
Sábado, Março 13, 2010
dengue
O mosquito, apreensivo e com medo, pensou que a moça também padecesse do seu mesmo mal: uma distância qualquer de tudo que importa. Apressadamente, quis remover a causa da dor, encostando-se levemente em seu peito, num beijo tortuoso.
A moça agora anda prostrada e tudo é lento: movimento, alento, pensamento.
Só uma pergunta permanece veloz no seu delírio: por onde andará o mosquito?
















