
Diálogo tão pequeno...mas como diz tanta coisa...mas como dói...
Narciso, numa caça, perde-se na floresta, onde Eco, escondida, observa-o encantada.
Narciso - Ecquis adest? - Há alguém?
Eco - Adest. - Há alguém.
Narciso - Veni ! - Vem!
Eco - Veni! - Vem!
Narciso (que só ouve a própria voz) - Quid me fugis? - Por que foges de mim?
Eco (ouvindo exatamente o que sempre quis ouvir e dizendo o que sempre quis dizer) -Quid me fugis? -Por que foges de mim?
Narciso - Huc coeamus – Aqui, unamo-nos .
Eco (saindo exultante de seu esconderijo) - Coeamus - Unamo-nos!
Narciso (que finalmente vê Eco e descobre que a voz não é a sua própria) - Manus complexibus aufer! ante emoriar, quam sit tibi copia nostri – Retira de mim tuas mãos que me abraçam. Antes morrer. Não me entrego a ti.
Narciso - Ecquis adest? - Há alguém?
Eco - Adest. - Há alguém.
Narciso - Veni ! - Vem!
Eco - Veni! - Vem!
Narciso (que só ouve a própria voz) - Quid me fugis? - Por que foges de mim?
Eco (ouvindo exatamente o que sempre quis ouvir e dizendo o que sempre quis dizer) -Quid me fugis? -Por que foges de mim?
Narciso - Huc coeamus – Aqui, unamo-nos .
Eco (saindo exultante de seu esconderijo) - Coeamus - Unamo-nos!
Narciso (que finalmente vê Eco e descobre que a voz não é a sua própria) - Manus complexibus aufer! ante emoriar, quam sit tibi copia nostri – Retira de mim tuas mãos que me abraçam. Antes morrer. Não me entrego a ti.
Eco (já apaixonada por Narciso e sem compreender sua recusa) - Sit tibi copia nostri – Me entrego a ti.